MÃE E FILHO RECEBEM ‘ATENDIMENTO HUMANIZADO’ NO AMBULATÓRIO DA SANTA CASA DE VINHEDO

Andréia Ferreira de Souza, de 43 anos, moradora do Jardim Três Irmãos, em Vinhedo, esteve no Ambulatório da Santa Casa na semana passada, acompanhada do filho João Vitor Souza dos Santos. O menino, de 6 anos, demonstrou impaciência ao saber que teria que esperar a mãe passar por uma consulta ginecológica, mas assim como Andréia ele recebeu o carinho do atendimento humanizado do hospital. João desenhou enquanto a mãe era examinada pela Dra. Regina Lage. “Na área da Saúde, pela primeira vez tive uma experiência na qual meu filho foi muito bem assistido. Que isso ocorra mais vezes”, disse a munícipe.

 

A mãe do garoto (diagnosticado com autismo grau 1) fez exames preliminares à cirurgia de laqueadura. Andréia sabe que João Vitor muitas vezes se incomoda em esperar; logo pede para ir para casa. Ao notarem o risco de ela ter que remarcar a consulta, a equipe da Santa Casa e a estudante do 4º ano de Medicina da UNIP Helenilda Oliveira, que acompanhava a médica, solucionaram a questão. O menino ganhou um desenho do personagem “Sonic”, impresso pela aluna, e sua mãe pôde ser atendida. Há mais de um mês, o hospital e a faculdade mantêm uma parceria na qual estudantes do 4º ano de Medicina acompanham os médicos em todos os setores da instituição.

 

Helenilda, estudante de Medicina da UNIP, e João Vitor com o desenho do “Sonic” e a impressão feita pela futura médica no dia da consulta da mãe do menino no Ambulatório da Santa Casa

 

“Não demorou para as recepcionistas e a enfermeira Erika Rossetto darem prioridade ao meu atendimento. Aí veio a Helenilda com o desenho, que entreteve o João”, declarou Andréia. “A estudante da UNIP ‘ganhou’ meu filho, que se sentiu muito bem. No momento em que estas pessoas acolheram meu filho me acolheram também”, emendou a mãe. Helenilda, de 41 anos, disse que sua visão da Medicina é baseada na ideia de que, para atender bem o paciente, precisa criar uma conexão com ele. “Fiz algo que dava sentido ao garoto: o acolhi e o atendi de forma humanizada”, contou a estudante.

 

Com carinho e acolhimento, Helenilda abraça o filho da paciente Andréia: “Fiz algo que dava sentido ao João Vitor e criei uma conexão com ele”, disse a aluna

 

“Nestes 18 meses de trabalho à frente da Provedoria, aprimoramos diariamente o conceito do atendimento humanizado. Fiquei feliz em saber do acolhimento feito com amor à paciente Andréia e ao João Vitor”, completou o provedor da Santa Casa, Julliano Gasparini.

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